por: Wallace
Era uma vez...num reino muito distante...um macaco, uma formiga e um elefante que discutiam sobre o comando do reino. Porém, a história não começa aqui não. Pelo menos foi o que eu ouvir dizer.
O reino era dividido em três partes: Ing, terras muito férteis do norte; Enter, terras oníricas do baixo rio e Conseir, terras centrais acidentadas. Ing, Conseir e Enter ocupava quase todo o espaço do mundo exceto por uma região bem pequenina lá no pico do mundo que o nome era bem conhecido dos habitantes deste reino.
Era uma vez...num reino muito distante...um macaco, uma formiga e um elefante que discutiam sobre o comando do reino. Porém, a história não começa aqui não. Pelo menos foi o que eu ouvir dizer.
O reino era dividido em três partes: Ing, terras muito férteis do norte; Enter, terras oníricas do baixo rio e Conseir, terras centrais acidentadas. Ing, Conseir e Enter ocupava quase todo o espaço do mundo exceto por uma região bem pequenina lá no pico do mundo que o nome era bem conhecido dos habitantes deste reino.
Neste reino, como já se
esperava, um rei macaco aqui reinava. Era uma terra boa, com bons
habitantes, criativas colheitas, com boas moradias, enfim...era um
bom lugar para se morar. Quando estava tudo bem. Diziam que em outras épocas, Ing, Consier e Enter não tinha rei não. Todos os habitantes
viviam em paz e harmonia. Numa vida que tudo era de todos, tudo era
coletivo. Imaginem só, Ing, Consier e Enter coletivo, que coisa boa
seria, resposta para muitas coisas! Mas isso não faz parte da nossa
história, não agora.
Continuando a história,
o rei macaco que ali reinava morreu de morte matada. Ninguém disse
nada, ninguém ali fez nada. Se espera que algo se manifestasse das
terras do Ing, Consier e Enter. Mas nada, só um acumulo de
sentimentos guardados e mal resolvidos.
Como era uma monarquia e
precisava de um monarca, o príncipe que ali estava, rei agora se
tornava. Eduardo Felipo Castilho de Albuquerque Paolo Sifonal de
Loiola II era o seu nome. Que nome grande! Vamos chamá-lo pelo seu
apelido, como todos o chamavam, Eddy. Eddy era uma boa pessoa, porém
muito infantil e mimado. E bota mimado nisto! Sua frase de comando
era: “Se Eddy pede, Eddy tem.” Não achem que Eddy era um rei
injusto por isto não. Ele até comandava bem o reino das terras de
Ing, Consier e Enter, contudo era impaciente e gostava de fazer
macacadas. Era um macaco ora essa.
Eddy tinha vários
amigos até mesmo fora do reino. Um dia foi dá uma festa para
comemorar um ano de seu reinado. (diga-se de passagem, bem conturbado
e tenso). Nesta festa todos foram convidados, pessoas de Ing, pessoas
de Consier e pessoas de Enter. Mas o novo rei macaco, Eddy aqui
chamado, chamou e bem chamado o seu melhor e mais amigo Igor, a
formiga. Igor era uma formiga muito esperta e paciente. Fora criado junto com Eddy. Eddy e Igor sempre andavam juntos. Um era o
companheiro do outro. Quando Eddy arrumava briga por seu jeitinho
impaciente, Igor, diplomático, resolvia rapidinho. Por isso que
quando crescido, Igor se tornou o diplomata do reino das terras de
Ing, Consier e Enter. Ele era o que fazia contato diplomático com a
região pequenina lá no pico do mundo que todos conheciam o nome.
Dizem as más línguas das cobras que Igor se vendeu à região
pequenina lá no pico do mundo que todos conheciam o nome. Igor não
se importava com isto não. Mesmo sendo pequeno e franzino, uma
formiga literalmente, Igor tinha controle, percepção das coisas,
pensamento rápido para lidar com estes buchichos. O problema era o
oposto, quando alguém elogiava Igor. Nossa, Igor, uma formiguinha de
uns dois centímetros, se tornava uma formiga de uns dois metros.
Inflava de tão cheio que ficava. Enfim, ninguém é perfeito. Por
isso eu disse que Eddy e Igor eram um o companheiro do outro. Eddy, o
macaco mimado, sabia colocar Igor, a formiga inflada, no seu devido
lugar.
A festa no reino das
terras de Ing, Consier e Enter havia começado. Todos estavam lá,
comemorando e bebendo muito. Eddy, o rei macaco e mimado, era o que
mais bebia. O seu bugio era ouvido por todos no salão de festas:
“Eddy pode tudo, ele é o melhor”. Pobre Eddy, tanta energia para
nada! Igor, a formiga já não inflada, que na festa estava, sempre
contia o seu amigo quando ele se exaltava. Ora essa, era também a
função do Igor conter o Eddy por gratificação, mas isso era outra
história.
No meio da festa,
quando todos podres de bêbados dançavam, um convidado não
convidado nem tão bem visto por seu nariz empinado chegou à festa.
Seu nome era Igor Morales, o elefante. Para não confundimos o Igor
formiga do Igor elefante vamos chamar este de o Grande Igor. Ora essa, ele era um elefante.
Grande Igor, o elefante,
era um sujeito bem estanho. Não gostava de participar de festas,
eventos e até mesmo dos aniversários das crianças. Isso não por
causa de seu tamanho, pois o Grande Igor sabia entrar em lugares bem
apertadinhos. Era porque para ele tudo era errado e não podia. Sua
frase de efeito era essa: “Nãããão pode!”, com todos os as que
sua tromba empinada podia dizer. Ah, pobre Grande Igor, era um bom
elefante, respeitado por todos no reino por sua ética, porém era
tão pudico. Dizem as más línguas das cobras que Grande Igor ficou
assim quando criança, ao enfrentar o seu próprio pai, Édipo o pai
elefante, ao receber um não ressonante. Quando o interpolava sobre
este acontecimento ele dizia: “ É complexo...nãããõ pode”.
Mas voltando a festa...
quando o convidado não convidado entrou no salão de festas, todos
pararam de uma vez só. Ninguém esperava ele. Não por ser um
elefante num salão de festas, mas por ser o Grande Igor, Igor
Morales, numa festa. Coisa boa não virá! Coisa boa não veio! No
meio do salão na frente de todos o Grade Igor ressoa com sua tromba
muito mais empinada: “Nããããão pode. Uma festa para comemorar
um reinado de devassidade. Nãããão pode.” Todos acordaram de uma
vez só. O efeito do álcool se foi com a entrada das palavras de
Grande Igor.
Igor, a formiga
diplomática, veio intervir na situação, com sempre fazia, pois era
a sua função. Conversa vai, conversa vem, e Igor quase já tinha
convencido aquele grande não abulante a repensar na sua ação bem
medida. Até que o macaco chegou, melhor dizendo, o rei macaco mimado
Eddy chegou. Ai pronto, o angu embananou todo! Eddy dizia que aquele
era o reino dele e ninguém poderia dizer nada somente ele: “Eddy quer,
Edddy pode”. Já o Grande Igor com sua tromba empinada dizia: “ Nããão pode, bebidas, festas,
devassidade, Nããão pode.” E podre do Igor no meio dos dois para
mediar o conflito. Imaginem a cena, um macaco num lado no outro um
elefante e no meio uma formiga.
Todos assistiam esta
discussão até que...
continua...
Curiosa para saber a continuação dessa história quase épica! Bjs.
ResponderExcluirEu também viu Maristela ainda mais pelas conexões do texto...
ResponderExcluirMuito bom!